Artigos (Biblioteca)

Mariano Fernandez Enguita (2014). El Reino Unido como modelo… ¿a evitar? 

Imbernón, F. (2012). ¡Levántate y quéjate, educación! Un año de gobierno del Partido Popular y de recortes educativos. O cómo hundir la educación pública. (Este texto se distribuye por la red)

Neste artigo, divulgado na rede pelo 'Observatório Internacional de la Profesión Docente (OBIPD), apresentam-se dados dos cortes em Educação em Espanha, a partir de 21 de dezembro de 2011, data em que assume o governo o Partido Popular, com maioria absoluta. Bastaram 12 meses para se ver como a educação em Espanha (sobretudo a pública) se foi desmoronando pouco a pouco enquanto os governos (central e autonómicos) foram falando eufemísticamente de ajustes devido à crise económica, O autor argumenta que cortar lugares docentes, aumentar alunos por aula (na primaria passou de 27 a 30, e de 30 a 36 na secundaria obrigatória) argumentando demagogicamente que os estudos de la OCDE dizem que só se perde eficácia a partir de grupos de mais de 45 o 50 alunos), aumentar o trabalho do professorado, reduzir seus salários, cortar especialistas, diminuir o investimento nas cantinas, bolsas, transportes e serviços educativos, reduzir quase à inanição a formação docente… provocará um abaixamento da qualidade do ensino que se repercutirá na igualdade e na equidade.

Aníbal, A. (2012). Da persistência do “efeito de Mateus”: aprendizagens e reconhecimento de competências em Portugal.