Artigos

Desigualdades educativas en la sociedad digital

La digitalización fue recibida en el mundo educativo con alarma por el riesgo de que trajera nuevas desigualdades, la temida brecha digital. La evolución en el país pionero, Estados Unidos, trazable por medio de los Pew Internet Reports entre otros, indica que, aun persistiendo desigualdades, la brecha en el acceso se ha cerrado, pues por encima de barreras de clase, género, etnia, hábitat o ingresos se ha alcanzado un nivel de saturación, si bien hay desigualdades en la calidad de ese acceso. Lo mismo en España, donde doce años de datos del INE sobre la difusión de las tecnologías de la información y la comunicación, en particular sobre el acceso a ordenadores y a la red -tanto de hogares como de individuos, en especial aquellos entre 10 y 15 años- y sobre la posesión de móviles, indican asimismo el rápido cierre de la brecha en el acceso, aunque persisten desigualdades ubicuas y pequeñas bolsas de exclusión. No sucede lo mismo con los usos, donde se manifiestan con más fuerza las divisorias sociales habituales (clase, género, etnia, ocupación, situación laboral, nivel de renta…), aunque de distinta manera y con distinta fuerza, y donde lo hace sobre todo la desigualdad asociada a la edad (decreciente esta) y al nivel de estudios (estable o creciente). Esta brecha de segundo orden se muestra más persistente, no es contrarrestada por la acción de la escuela y puede verse reforzada por ella al asociarse a las desigualdades entre centros y entre las redes privada y pública.

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Mariano Fernández Enguita


Cidadania, renovados desafos


(...) A cidadania, subsumida nas necessidades de relacionamento, supõe uma educação que ultrapassa os muros das escolas, convoca as
famílias e todas as estruturas comunitárias, onde educar para a cidadania é construir futuro para a plena realização individual e coletiva dos cidadãos, sendo que a realização de um indivíduo não deve tirar realização ao(s) outro(s)....

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Jacinto Serrão - Observatório de Educação da Região Autónoma da Madeira e Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento da Universidade Lusófona


A morte das baleias

Há um fenómeno, bastante regular e frequente e cujas causas científicas rigorosas são desconhecidas, que se traduz por mortes colectivas de baleias que dão à costa e aí desistem da vida.

Quanto tempo faltará para que, sem esperança, tendo que deixar as casas que alugamos, perdendo o direito ao trabalho, tendo que cortar no que dá gosto à vida e no essencial, nos sintamos como as baleias?

O último acontecimento, e cito a Agencia France Press, deu-se na Costa da Patagónia, já em 2013 (4 de Junho): "Buenos Aires - Uma mortalidade-recorde de baleias-francas foi registada na costa atlântica da Patagónia argentina (Sul), o índice mais elevado já registado de mortes desta espécie no mundo, informou a ONG Instituto de Conservação de Baleias (ICB) esta terça-feira." E, acrescenta a notícia, o fenómeno acontece praticamente todos os anos. Embora as causas sejam desconhecidas, elaboram-se várias hipóteses: os ataques de gaivotas, os encalhamentos e a exposição ao sol.

Ana Benavente

https://www.publico.pt/2013/09/18/jornal/a-morte-das-baleias-27109252


I CONFERÊNCIA IBÉRICA DE SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO

I CONFERÊNCIA IBÉRICA DE SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Crise, Austeridade e a (des) construção da Escola democrática


A escola mudou pouco, os adolescentes mudaram muito

PÚBLICO, QUA 16 MAR 2016


Cambio político y Alternativas en la Agenda Educativa

Claudia Talavera Reyes

MUDANÇA POLITICA E ALTERNATIVAS NA AGENDA EDUCATIVA

Universidad Autónoma de Barcelona

Investigadora visitante OP.EDU


Superior perderá 3000 vagas com regras para cursos pouco procurados

Ministério pediu verificação das condições de funcionamento das instituições privadas, o que pode levar cerca de uma dezena a fechar. Mudanças também afectam sector público


O voto nas Universidades deveria ser obrigatório!

António Cândido Oliveira, fevereiro 2015


OS CONSELHOS GERAIS DAS UNIVERSIDADES ESTÃO A FALHAR A SUA TAREFA

António Cândido Oliveira, fevereiro 2015


A IMPORTÂNCIA DO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO PARA SAÚDE

Almira Alves dos Santos
Professora adjunta da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas –UNCISAL
Pós-doutoranda no CeiED da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Bolsista da CAPES- Proc. no. 12171/13-1