Eventos OPE


Recolha de TESTEMUNHOS e de OPINIÕES sobre os Conselhos Gerais das Universidades Públicas

Deixe-nos o seu testemunho sobre a sua experiência como membro do conselho geral ou dê-nos a sua opinião sobre o órgão


Os Conselhos Gerais das Universidades são necessários?

5 de março | 15h30m | Escola de Direito da Universidade do Minho

O CES e o NEDAL estão a promover um ciclo de debates sobre o papel e o funcionamento dos Conselhos Gerais no modelo de governação das Universidades Públicas.

O primeiro debate teve lugar em Coimbra, na Faculdade de Economia, no passado dia 5 de fevereiro. No próximo dia 5 de março terá lugar o próximo debate na Escola de Direito da Universidade do Minho, com inicio pelas 15.30h.

Conta com a presença de António Magalhães, professor da Universidade do Porto e investigador do CIPES (Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior), e dos coautores do livro “O papel dos Conselhos Gerais no Governo das Universidades Públicas Portuguesas: a lei e a prática”. Estarão igualmente presentes membros atuais e ex-membros de conselhos gerais, entre os quais Laborinho Lúcio, presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho, Licínio Lima, Rui Ramos e Jorge Pedrosa (a confirmar). O debate será moderado pela estudante Filipa Longras.

Haverá ainda um terceiro debate no próximo dia 19 de março, no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

Saiba mais e acompanhe as principais conclusões dos debates em http://www.op-edu.eu/


Os Conselhos Gerais das Universidades Públicas a Lei e a prática

5 de fevereiro | 16 horas | Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra | Sala Keynes

O CES e o NEDAL promovem um debate sobre o papel e o funcionamento dos Conselhos Gerais no modelo de governação das Universidades Públicas. Com moderação de Teresa Pedroso Lima (ex-conselheira do CG da Universidade de Coimbra), a participação de Margarida Mano (Universidade de Coimbra - autora de estudos sobre a governação das universidades), António Cândido Oliveira (Universidade do Minho) e Paulo Peixoto (Universidade de Coimbra), o debate é o primeiro de vários que o CES e o NEDAL organizam, em várias cidades, sobre esta temática. O debate visa refletir sobre as virtudes e as limitações dos Conselhos Gerais enquanto órgão máximo de governação das universidades públicas e visa também apresentar os principais resultados do estudo que o CES e o NEDAL promoveram, em parceria, sobre esta temática.

O formato de debate visa promover a intervenção ativa de conselheiros e ex-conselheiros presentes em cada uma das sessões previstas, sem prejuízo de uma participação alargada.

Organização: CES (OP.EDU) e NEDAL


CINE EDUCAÇÃO 6 meses 6 filmes

Organizado pelo 

Trata-se de um ciclo de cinema que visa promover o debate e a reflexão acerca de questões pertinentes, do âmbito da educação, na comunidade educativa e científica estudantil, com o seguinte programa:

Filmes

Janeiro
dia 10 - O DIA DA SAIA


Fevereiro
dia 7 - O CLUBE DOS POETAS MORTOS


Março
dia 7 - A EDUCAÇÃO PROIBIDA


Abril
dia 4 - ANOS DIFÍCEIS/VIVENDO PARA APRENDER


Maio
dia 2 - A ONDA


Junho
dia 6 - COMO ESTRELAS NA TERRA

Horário: 18h00

Local: Sala S.0.11 da Campus da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.


ENTRADA LIVRE


Mesa Redonda "Políticas de Educação e Formação de Adultos em Portugal"

Com a colaboração do 

No dia 8 de nov de 2012, entre as 19h e as 21h, decorre no Instituto de Educação da Universidade Lisboa (IEUL), Sala 7, a mesa redonda intitulada"Políticas de Educação e Formação de Adultos em Portugal",com a participação de Rui Canário, Ana Benavente e Mariana Gaio Alves, moderada por Carmen Cavaco. Esta mesa redonda é organizada no âmbito dos Cursos de Pós-Graduação em Formação de Adultos e da Semana Aprender ao Longo da Vida (promovida pela Associação “O Direito de Aprender”).

Entrada livre, mas sujeita a inscrição.

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SEMINÁRIO "Tecnologias Digitais no Ensino Superior?"

Com a colaboração do 

No dia 22 out 2012, pelas 18h00, tem lugar o Seminário Tecnologias Digitais no Ensino Superior?, organizado pela Professora Doutora Edna Brennand, da Universidade Federal da Paraíba, em parceria com o Op-Edu (Observatório de Políticas de Educação e Formação/CeiEF e CES).
O evento realiza-se em Lisboa, no Auditório Armando Guebuza, Edificio Victor de Sá, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.


"Ensinar pelo Projeto" - Colóquio Internacional sobre o Ensino do Projeto de Arquitetura

Com a colaboração do 

Apresentação

A Reforma de Bolonha produziu um conjunto de alterações significativas na formação superior.
Concretamente nos cursos de Arquitetura, Bolonha diminuiu os tempos de formação de 6 ou 5 e ½ anos para 5 anos. Se compararmos os tempos de formação atuais com a formação de Álvaro Siza (anos 50) verificamos que nesse tempo, a par do tempo curricular, havia um tempo de formação “em escritório” (que poderia durar 3 ou 4 anos) após o qual os candidatos se propunham ao Concurso para Obtenção de Diploma de Arquiteto (CODA); assim a diminuição nos tempos de formação (académica e profissional) tem sido drástica, se compararmos uma formação que durava 10 anos com os atuais 5.
A Reforma de Bolonha tem também outras consequências: a delimitação da formação em dois ciclos de estudos; embora a autonomia destes dois ciclos facilite a mobilidade permitindo a um estudante frequentar um segundo ciclo noutra instituição que lhe assegure a formação nas suas áreas de interesse, obriga também a definir com mais rigor, clareza, e objetividade aquilo que se considera como objetivos formativos de carácter universal do primeiro ciclo.
Se a este conjunto de considerações de carácter pedagógico adicionarmos as recentes exigências profissionais, tais como as preocupações de sustentabilidade, acessibilidade, adequação aos meios disponíveis ou valor social da produção arquitetónica, rapidamente se questiona o ajuste entre a formação que tem sido dada e as novas exigências de formação.

O objetivo do colóquio "Ensinar pelo Projeto" é precisamente debater os caminhos que têm sido trilhados pelo primeiro ciclo de estudos, e perspetivar formas de melhoria desse ensino considerando as três questões expostas:

a) definição de métodos e identificação de experiências de ensino sobretudo de Projeto de Arquitetura no primeiro ciclo de estudos,
b) estabelecimento de algumas balizas conceptuais que permitam configurar as aptidões que nesse final de ciclo os alunos deverão ter,
c) definir o papel concreto que cada ano curricular da disciplina de Projecto, como disciplina de síntese de conteúdos, deverá ter nesse primeiro ciclo de estudos.

A par da definição de objetivos e métodos de ensino do primeiro ciclo de estudos, outras questões têm sido (e são ainda), objeto de debate; e entre essas questões salienta-se o papel que os profissionais de arquitetura têm ou poderão ter nas escolas de arquitetura; a passagem de um ensino politécnico a um ensino universitário, tal como ocorre desde meados dos anos 80 (tanto em Portugal como na Europa), distingue os profissionais de ensino entre “os de carreira académica” e “os de formação profissional”.

Claro que em última análise este debate sobre formação implica uma certa pré-visão do arquiteto que se pretende formar, considerando o seu papel social (de arquiteto-artista a arquiteto-da-engenharia-social, passando pelo arquiteto-como-técnico-do-espaço), e em última análise está dependente das perspetivas de realização profissional de cada contexto concreto de formação.

O debate que aqui se aponta está também a decorrer noutras instituições de ensino europeu; um exemplo concreto desse facto é o recente trabalho de investigação, baseado num inquérito, promovido pela Escola de Arquitetura de Delft, com apoio de outras instituições como Paris - Beleville, Mendrizio, Aachen, Lausanne, Madrid ou Barcelona; este trabalho terá um conjunto de dados e conclusões ainda provisórias.

Um último objetivo do presente colóquio é o de contribuir para uma publicação que faça o ponto de situação atual sobre o ensino de arquitetura do DArq. Centrando-se na disciplina de Projeto como disciplina estruturadora da formação, a investigação que a preparação do Colóquio permite a edição de um e-cadernos, e permite elaborar um relatório com sugestões sobre a reformulação do plano de estudos atual, assim como melhorar a articulação vertical e horizontal das disciplinas que compõem esse primeiro ciclo de estudos. Permite também ganhar uma “consciência comparativa” sobre os diferentes modelos de ensino, permitindo um mais claro enquadramento do ensino ministrado.

A estrutura do colóquio "Ensinar pelo Projeto", recorrente das considerações referidas, apresenta essencialmente dois vetores:

Um associado com os modelos de ensino, e particularmente com a presença, necessidade e contornos da participação dos Profissionais e Investigadores de Arquitetura no Processo de Ensino.
Um outro que debate as metodologias de ensino, os instrumentos, os exercícios, e os objetivos de formação.

Para debater a primeira questão haverá duas sessões:

A. “Inquérito”
Será convidada a relatora do trabalho de inquérito referido, arquiteto e professor Willemijn Wilms Floet, da TU Delft; painel moderado por Gonçalo Canto Moniz.

B. “Dissertação”
Será questionado o papel da dissertação como conclusão do Mestrado Integrado em Arquitetura, havendo uma comunicação central proferida por Elizabeth Hatz da KTH Stockholm; painel moderado por José Fernando Gonçalves.

Para o debate do segundo vetor referido, dividiu-se o tema geral em quatro subtemas:

1. Programas e Temas
Conferência principal do arquiteto e professor Juan Domingo Santos (ETSA de Granada); painel coordenado por João Mendes Ribeiro

2. Instrumentos e Composição
Conferência principal dos arquitetos e professores Florian Beigel + Philip Christou (Dep. of Architecture Metropolitan University, Londres); painel coordenado por Paulo Providência.

3. Cruzamento disciplinar e Síntese
Conferencista a indicar. Painel coordenado José António Bandeirinha.

4. Investigação em Projeto

Conferência principal do arquiteto e professor David Leatherbarrow (School of Design, University of Pennsylvania); painel coordenado por Jorge Figueira e Nuno Grande.

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Esgrafitando um mural: à descoberta do património e da matemática

Objetivos:

Construção de um mural com esgrafitos ao longo do ano letivo 2012/2013, num local visível e protegido, nomeadamente num dos muros do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.

Na construção deste mural participaria toda a sociedade civil, nomeadamente: alunos, pais, professores, funcionários, pessoas com necessidades educativas especiais, reclusos, etc.

A mensagem simbólica a transmitir é de que "Todos podemos participar na salvaguarda do Património (Arquitetónico) ", onde a matemática também assume um papel importante.
Em resultado das várias sessões desta atividade pretende-se obter registos gráficos, escritos e fotográficos de todos os participantes. Pretende-se, ainda, sensibilizar as famílias e os cidadãos para disponibilizarem cópias (fotografias, digitalizações, etc.) de registos iconográficos e fotográficos que retratem a evolução da cidade de Coimbra. Estes elementos são para integrar exposições de diferentes temáticas que retratem a cidade o património e a ciência.

Programa:

Dia 28 de Setembro, Jornadas Europeias do Património (28, 29 e 30), com o tema da edição deste ano "O Futuro da Memória".

Apresentação do temas dos revestimentos e acabamentos históricos às crianças e professores no Centro de Estudos Sociais, número de sessões de acordo com o número de crianças a participar na atividade, cerca de 15 minutos, seguido do trilho pelo Centro Histórico de Coimbra. Piquenique ao almoço no parque verde e, da parte da tarde, execução de esgrafitos no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.
Na sessão preparatória do passado dia 6 de Setembro, definiu-se o seguinte circuito: 10h00, sessão de apresentação do tema no CES; 10h30-12h00, circuito no Centro Histórico de Coimbra: (i) CES, (ii) Largo da Sé Nova, (iii) Museu Nacional Machado de Castro, (iv) Largo da Sé velha, (v) Casa da Nau, Governo Civil, Rua da Alegria, Parque Dr. Manuel Braga (Parque da cidade); 12h00, almoço, Parque Dr. Manuel Braga; 13h00 Ponte pedonal; 13h30-15h30 execução de esgrafitos no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha e visita à ruina do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha; 16h00 fim da sessão com o regresso às escolas.

Relativamente à distribuição de alunos, ficou acordado que do Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro estariam presentes cerca de 90 alunos, da APCC 15 alunos e da APPACDM 15 alunos, perfazendo um total de cerca de 120 alunos, correspondente ao número de alunos estimado adequado para realizar a sessão.

A construção deste mural, para além da componente pedagógica na área da matemática, nomeadamente no tema das simetrias (reflexão, translação, rotação, "dos passos"), tem a componente de apresentação de algumas técnicas tradicionais de construção, nomeadamente da execução de revestimentos decorativos de cal, fingidos de pedra (grafitos) e esgrafitos. Pretende-se que o desenho do mural resulte de uma composição entre os esgrafitos produzidos nestas atividades e fingidos de pedra produzidos no momento da construção do mural.

Material*:

-barro vermelho e barro branco;

-rolos para estender o barro, construídos em material reciclável, nomeadamente tubos em pvc de canalização com cerca de 4cm de diâmetro de 30 cm de comprimento;

-espátulas para cortar recortar o barro;

-moldes em cartão;

-papel vegetal
(*) as instituições participantes terão que assegurar os materiais para os alunos que lhes estão afetos até se arranjar um patrocinador.


ENCONTRO DE PARCEIROS EM EDUCAÇÃO

4 fev 2012
Porque a Educação é assunto de todos…
Que desafios?
Que problemas?
Que perspectivas?

o 9h30 – Acolhimento
o 10h00- 10h30 - Apresentação do Observatório (Objectivos e programa de trabalho)
Ana Benavente/Paulo Peixoto

COMUNICAÇÕES:
o 10h30-11h - António Ganhão /ANMP
o 11h-11h30 - Mário Nogueira /Fenprof
o 11h30 – 13h00 - Debate

13h00 - 14h30-Almoço

COMUNICAÇÕES
o 14h30 – 15h - Manuel Esperança / Conselho de Escolas
o 15h – 15h30 - Albino Almeida/CONFAP
o 15.30 - 17h - Debate

17h00 – Síntese final
17h30 – Encerramento do Encontro